Qual é o impacto que a geada e o choque térmico causam nas pastilhas e na pintura externa das edificações mais altas?
- Mafersul

- 17 de jul.
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No Rio Grande do Sul, o inverno traz dois fenômenos climáticos que danificam o revestimento externo dos prédios. A geada e o choque térmico. Em edifícios altos, a exposição a esses problemas é ainda maior. A umidade da chuva ou do ar penetra nos poros do rejunte e da argamassa. Durante a madrugada, com temperaturas abaixo de zero, essa água congela e se expande.
Essa pressão interna empurra a pastilha para fora. Com o tempo, a aderência acaba e placas inteiras de pastilha começam a despencar da fachada, gerando risco grave de acidentes na calçada.
Prédios altos sofrem muito com a variação brusca de temperatura no mesmo dia. À noite, a estrutura se contrai com o frio intenso e de, expande com o sol forte.
Essa movimentação constante faz com que a pintura perca a elasticidade. O resultado são fissuras em forma de teia de aranha, bolhas e descascamento na pintura.
A melhor defesa é a prevenção antes do inverno rigoroso.
Como proteger o condomínio?
● Vistoria técnica para identificar rejuntes soltos e fissuras precocemente.
● Tratamento de trincas para impedir a entrada de água que congela.
● Uso de tintas elastoméricas de alta performance, que acompanham a movimentação do prédio sem rachar.
Não espere o revestimento começar a cair para agir.
Conte com a Mafersul para proteger e valorizar o seu patrimônio!



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